Para quem a reposição hormonal é pensada
Na mulher, a principal indicação são os sintomas da perimenopausa e da menopausa: ondas de calor, suor noturno, insônia, irritabilidade, névoa mental, ressecamento íntimo e queda do desejo. A menopausa precoce, natural ou cirúrgica, também merece avaliação específica, pela repercussão em ossos, coração e cérebro.
No homem, a reposição de testosterona é considerada quando há sintomas compatíveis e deficiência confirmada em exames repetidos. Em ambos os casos, a decisão depende de histórico, exames e preferência do paciente.
O que a ciência diz hoje
Para mulheres saudáveis com menos de 60 anos ou com até 10 anos de menopausa, as principais sociedades médicas consideram que os benefícios da terapia hormonal tendem a superar os riscos quando há sintomas e indicação. Fora dessa janela, a decisão exige ainda mais individualização.
O tipo de hormônio, a via, a dose e o tempo de uso mudam o perfil de risco. Por isso não existe receita pronta: existe avaliação e acompanhamento.
Como é a consulta nos Jardins
A primeira consulta é longa e detalhada. Revisamos sintomas e o impacto deles no sono, no trabalho e nos relacionamentos; histórico pessoal e familiar, especialmente de câncer de mama ou próstata, trombose e doença cardiovascular; medicamentos em uso; e exames laboratoriais e de rastreamento.
Ao final, você entende o que está acontecendo, se há indicação de reposição, quais vias existem — oral, transdérmica, vaginal, injetável ou implante subcutâneo — e o que esperar do acompanhamento. O consultório fica nos Jardins, com atendimento presencial e hora marcada.
Vias de reposição: cada uma com seu papel
A via transdérmica (gel ou adesivo) é muito usada por ter menor impacto sobre a coagulação. A via vaginal trata sintomas locais com absorção mínima. Comprimidos, injeções e implantes subcutâneos têm indicações e cuidados próprios.
A melhor via é aquela que faz sentido para o seu caso clínico e para a sua rotina — e que pode ser ajustada com segurança ao longo do tempo.
Além do hormônio
Reposição hormonal não substitui sono, treino de força, alimentação adequada e controle do estresse. No Método Revigore, o hormônio, quando indicado, é uma peça dentro de um plano maior, que inclui metabolismo, composição corporal e prevenção cardiovascular.
Para quem não pode ou não quer usar hormônios, existem alternativas não hormonais para os sintomas, discutidas na consulta.
Acompanhamento
Os retornos são programados para avaliar sintomas, ajustar dose e manter em dia os exames de controle e os rastreamentos — mamografia, ultrassom, PSA no homem, perfil lipídico, hemograma e outros conforme o caso. Mudanças no seu momento de vida também mudam o plano.
Onde o Dr. Fernando atende
Presencial, com hora marcada
Presencial, com hora marcada
Perguntas frequentes
Reposição hormonal engorda?
Não há evidência de que a reposição bem indicada cause ganho de peso. O ganho de gordura abdominal nessa fase está mais ligado à própria queda hormonal, à perda de massa muscular e ao sono ruim.
Reposição hormonal aumenta o risco de câncer?
O risco depende do tipo de hormônio, da dose, da via, do tempo de uso e do histórico pessoal. Por isso a indicação é individual e acompanhada com exames de rastreamento.
Homem também faz reposição hormonal?
Sim, quando há sintomas e deficiência de testosterona confirmada em exames. A reposição sem diagnóstico, para fins estéticos ou de desempenho, é proibida pela Resolução CFM nº 2.333/2023.
Onde fica o consultório em São Paulo?
Nos Jardins, em São Paulo, com atendimento presencial e hora marcada. O endereço completo é enviado na confirmação do agendamento.
Também atende em Goiânia?
Sim. O Dr. Fernando França atende também em Goiânia, no Orion Business, Setor Marista.
O próximo passo é uma conversa.
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Conteúdo informativo, revisado pelo Dr. Fernando França (CRM-MA 5607) em outubro de 2026. Não substitui a consulta médica.