Perimenopausa e menopausa: o que muda
A menopausa é a última menstruação, confirmada depois de 12 meses sem ciclo, e no Brasil acontece em média entre os 48 e os 51 anos. Antes dela vem a perimenopausa, que pode durar anos, com ciclos irregulares e sintomas que vão e voltam.
A queda e a oscilação de estrogênio e progesterona explicam boa parte do que a mulher sente: ondas de calor, suor noturno, sono ruim, alterações de humor, dificuldade de concentração, ganho de gordura abdominal, dores articulares, ressecamento vaginal, dor na relação e queda da libido.
Quando procurar avaliação
Não é preciso esperar a menstruação parar de vez. Se os sintomas já atrapalham o sono, o trabalho ou os relacionamentos, é hora de conversar. O mesmo vale para infecções urinárias de repetição, ressecamento e desconforto íntimo.
Mulheres que entraram na menopausa antes dos 40 ou 45 anos, naturalmente ou após cirurgia, precisam de avaliação específica, porque a deficiência hormonal precoce tem impacto maior sobre ossos, coração e cérebro.
Reposição hormonal: quem pode fazer
A terapia hormonal é o tratamento mais eficaz para os sintomas vasomotores da menopausa. Para a maioria das mulheres saudáveis com menos de 60 anos ou até 10 anos da última menstruação, os benefícios tendem a superar os riscos quando há indicação.
Histórico de câncer de mama, trombose, AVC ou doença hepática importante contraindica ou exige muita cautela. Por isso a decisão considera sintomas, histórico pessoal e familiar, exames e a sua preferência.
Como é a consulta em Goiânia
Na primeira consulta, no Orion Business, Setor Marista, revisamos ciclo, sintomas, sono, rotina, histórico e exames de rastreamento. As opções de tratamento são apresentadas com prós e contras: vias transdérmica, oral, vaginal ou implante subcutâneo, além de alternativas não hormonais.
Quando a queda do desejo persiste na pós-menopausa, a testosterona em dose fisiológica pode ser discutida, conforme consenso internacional — sempre com diagnóstico e acompanhamento.
Menopausa é momento de revisar a saúde inteira
O risco cardiovascular e a perda de massa óssea aumentam nessa fase. Densitometria, perfil lipídico, glicemia e insulina, pressão arterial, tireoide e rastreamento de câncer de mama e colo do útero entram no planejamento.
Treino de força, proteína adequada, sono e manejo do estresse fazem parte do plano tanto quanto o hormônio. É a lógica do Método Revigore: ler o corpo como um todo, decidir com critério e sustentar o cuidado ao longo do tempo.
Onde o Dr. Fernando atende
Presencial, com hora marcada
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Perguntas frequentes
A reposição hormonal engorda?
Não há evidência de que a terapia hormonal bem indicada cause ganho de peso. O ganho de gordura abdominal na menopausa está ligado à queda hormonal, ao sono e à perda de massa muscular.
Posso fazer reposição hormonal depois dos 60?
Pode ser possível, mas a decisão exige ainda mais individualização, porque o perfil de risco muda com a idade e com o tempo desde a menopausa. Isso é avaliado em consulta.
Existe tratamento sem hormônio para os calores?
Sim. Há opções não hormonais com eficácia comprovada para quem não pode ou não quer usar hormônios. Elas são discutidas na avaliação.
O implante hormonal serve para a menopausa?
O implante subcutâneo é uma das vias possíveis de reposição na menopausa, quando há indicação. Não é a única, e a escolha da via é feita caso a caso.
Onde é o atendimento em Goiânia?
No Setor Marista, com hora marcada. O endereço completo é enviado na confirmação do agendamento pelo WhatsApp.
O próximo passo é uma conversa.
Fale com a equipe pelo WhatsApp e escolha o melhor horário em Goiânia ou São Paulo.
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Conteúdo informativo, revisado pelo Dr. Fernando França (CRM-MA 5607) em outubro de 2026. Não substitui a consulta médica.